O que é hipocondria? Ela pode estar mais perto do que imagina

O que é hipocondria? Ela pode estar mais perto do que imagina

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O que é hipocondria

Antes de qualquer outra coisa, precisamos desvendar os mitos sobre o que é hipocondria.

E é sobre isso que vamos falar nesse artigo, então, fica comigo até o final e veja se a hipocondria está próxima a você e como fazer para tratá-la.

Aqui, você vai ver os seguintes tópicos:

 

O que é hipocondria?

Diferente do que pensamos, hipocondria não é quando a pessoa toma remédio a qualquer momento. Aposto que você está surpreso, não é mesmo?

Em um modo geral, a hipocondria está muito mais relacionada ao medo exagerado de ficar doente do que ao consumo excessivo de remédio.

Talvez você esteja achando que ambas as situações são iguais, mas te garanto que ao final do texto você vai conseguir ter tudo muito mais esclarecido em sua mente.

O medo de ficar doente e a tendência em pensar frequentemente que possa estar com alguma doença grave são dois pontos importantes que nos norteiam dentro desse mistério que é a hipocondria.

Também conhecida como nosomifalia, a hipocondria faz de refém cerca de 10 milhões de brasileiros. Isso quer dizer que existem 10 milhões de pessoas que vivem diariamente com o medo de contrair uma doença grave e chegam até a desconfiar de um diagnóstico médico.

 

Como surgem os primeiros sinais?

Um trauma, uma infância onde sua maior parte foi vivida dentro de hospitais, histórico de doenças graves na família e pais poucos afetivos podem ser grandes gatilhos para o desenvolvimento da hipocondria ao longo da vida.

Aposto que esse último sintoma pareceu estranho, mas o que acontece é o seguinte: A criança que recebe pouco afeto de seus pais, pode acabar criando ou simulando sintomas de alguma doença para conseguir a atenção deles.

No casos em que a família possui um histórico grave de doenças, o indivíduo passa a achar que também tem grandes chances de contrair a doença e acabar morrendo.

Um grande indício de que a hipocondria está perto de nós é quando vamos ao médico e recebemos a notícia de que nosso exame está normal, sem alteração ou preocupação. A grande questão é que mesmo com um resultado positivo, o paciente não sente confiança no diagnóstico médico, o que acaba gerando um sofrimento mental.

Além disso, a procura por diversos médicos passa a ser incessante, afinal, vai que um deles realmente encontre algo de errado.

As consequências de se tornar vigilante da saúde

O grande problema é que quando o indivíduo passa a ser vigilante do próprio corpo, muitas vezes se autodiagnostica com base em informações da internet, às vezes leves sintomas fazem com que ele tome medicações que não eram necessárias.

E diferente do que pensamos, as medicações não são inofensivas, se tomadas de forma irresponsável podem desencadear grandes problemas de saúde por conta dos efeitos colaterais.

Claro que é importante nos preocuparmos com nossa saúde, porém, quando essa preocupação passa a impactar as outras áreas da nossa vida, vale se atentar! Maximizar sintomas também é uma forma de reconhecer a hipocondria.

Simples sensações do nosso dia a dia são capazes de plantar dúvidas na mente de um hipocondríaco:

  • Coração acelerado é ligado diretamente à possibilidade de ataque cardíaco;
  • Dores de cabeça já te levam a crer que pode desenvolver um tumor cerebral;
  • Apalpa o corpo excessivamente na intenção de encontrar algum caroço que comprove um câncer.

O hipocondríaco de maneira nenhuma faz simulações, ele realmente acredita que tem a doença e torna-se submisso a fazer repetitivos exames como forma de reafirmação.

No começo, as reafirmações por parte de amigos e família até surgem efeito, o indivíduo consegue se acalmar, mas logo depois o medo retorna e toma a direção de toda a situação novamente.

Hoje a internet é uma forte aliada quando a assunto são pesquisas, afinal, é um grande campo para quem pretende fazer investigações.

Então, é muito comum pesquisarmos sobre sintomas, o perigo é que a resposta vai vir de maneira generalizada. O autodiagnostico torna-se cada vez mais recorrente e perigoso. Uma forte dor de cabeça que o médico diz ser apenas uma enxaqueca, o hipocondríaco maximiza os sintomas, acaba se convencendo que o diagnóstico está errado e que o quadro clínico é o pior cenário de todos.

 

Como a hipocondria impacta a vida das pessoas?

A vida torna-se torturante. A hipocondria pode desencadear outras doenças como a ansiedade, afinal, procurar uma doença que não existe acaba causando angústia, que é convertida em uma busca incessante por um diagnóstico.

Lembra que anteriormente eu disse que os hipocondríacos costumam visitar vários médicos diferentes?

Então, essa procura incessante pode fazer com que o médico também se sinta inseguro, afinal, a desconfiança do seu paciente é transferida causando questionamentos: “Será que estou esgotando todas as hipóteses? Será que não estou deixando nenhum detalhe passar? Será que realmente meu paciente não tem algo sério e eu ainda não encontrei?”

É nesse momento que o paciente pode ser exposto a diversos exames e cirurgias desnecessárias podendo trazer riscos para ele.

Os tipos de medicação e suas disponibilidades

Aqui no Brasil temos a Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (ANVISA) como responsável pela certificação, distribuição e comercialização de medicamentos. É ela também que determina a necessidade da prescrição médica.

A prescrição médica acontece de acordo com o grau de toxidade e risco que pode trazer ao indivíduo. A classificação ainda é pouco conhecida e é por isso que agora você vai aprender quais são os três tipos de medicamentos:

 

Medicamentos não tarjados:

Sabe aquele medicamento que normalmente nossos pais têm em casa guardados e tomamos quando estamos resfriados, sentindo dores de cabeça e até mesmo enjoos? Pois bem, esses medicamentos são comercializados de forma livre pois o nível de toxidade e a taxa de risco são baixas, e só poderia causar algum dano no indivíduo caso ingerisse altíssimas doses, o que não é comum nesse tipo de medicação.

Medicação tarja vermelha:

São aqueles medicamentos que apesar de haver risco, ainda é um risco pequeno, porém, por causa das contraindicações e efeitos colaterais graves que podem ocasionar, necessitam de uma receita médica que justifique o uso. Uma das diferenças das medicações tarja vermelha para as medicações tarja preta está diretamente ligada ao fato que a receita médica de um remédio tarja vermelha é devolvida ao paciente enquanto a da tarja preta fica retida na farmácia.

Medicação tarja preta:

Neste caso estamos falando dos antidepressivos, antiepiléticos e antipsicóticos. Esse tipo de medicação tem sua comercialização controlada justamente por oferecer um alto risco à saúde e é por conta disso que sua prescrição é mais detalhada que a de um remédio tarja vermelha.

Essas medicações são prescritas por médicos principalmente em casos de ansiedade e depressão para relaxar o paciente. Por conta dos diversos efeitos colaterais: instabilidade na hora de dormir e se alimentar, diminuição da libido, tontura, tremores e até episódios de ansiedade, só devem ser comercializadas e consumidas a partir da prescrição e supervisão médica.

Por que esses medicamento só são vendidos com receita médica?

Ao contrário do que muitos pensam, os medicamentos não são inofensivos ao nosso organismo, assim, se mal utilizados podem provocar problemas à saúde.

hipocondria

Diante disso, além da receita médica o paciente deve comparecer na farmácia com uma guia preenchida pelo médico responsável contendo todos os seus dados e uma solicitação de autorização ao farmacêutico do estabelecimento em questão.

 

O que posso fazer para saber se tenho tendência à hipocondria e quais os tratamentos para o hipocondríaco

Existem algumas perguntas que podem nos ajudar a saber se sofremos com a hipocondria ou não, porém, vale ressaltar que somente essas perguntas não são suficientes para um diagnóstico. Por isso, é de extrema importância que se a sua resposta for positiva à pelo menos três questões, a recomendação é ir à procura de um médico, está bem?

Agora vamos lá:

  1. Dentro dos últimos 6 meses, você se preocupou com a ideia de ter alguma doença grave baseado em sintomas que tiveram uma longa duração?
  2. Essa preocupação gerou alguma angústia?
  3. Você acredita que a preocupação teve um impacto na sua vida social?
  4. Você está constantemente se auto examinando e autodiagnosticando?
  5. Não acredita ou não está convencido do diagnóstico do seu médico?
  6. Você precisa que constantemente médicos, amigos e familiares te tranquilizem e te deem garantias de que está tudo bem?

O tratamento para a hipocondria não possui medicação específica, com isso o mais adequado é que o indivíduo procure fazer psicoterapia.

Nessa situação o profissional pode receitar algum antidepressivo ou ansiolítico para diminuir os sintomas de ansiedade que muitas vezes vêm atrelado à hipocondria.

Como a hipnoterapia ajuda no tratamento da hipocondria?

Se adaptar à vida após um longo período se preocupando exageradamente com a saúde passar pode ser uma tarefa muito difícil e requer paciência.

A hipnoterapia está no mercado para INOVAR a área da saúde trazendo resultados mais eficazes.

hipocondria

Embora precise depositar confiança e disposição para se entregar ao método, a todo momento o indivíduo está lúcido.

O profissional hipnoterapeuta entra em contato com o subconsciente do paciente, conseguindo chegar nas profundezas das causas por tratar-se de uma resposta emocional. Então, o hipocondríaco vai conseguir encontrar a origem do seu medo de ficar doente. A partir disso, a jornada de autoconhecimento leva-o a se desprender desses conflitos.

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